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Ceviche: Masterchef Jordana Busse tem proposta usando salmão

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A Masterchef Jordana Busse mostrou mais uma vez que de amadora não tem nada. Antes foi com a sopa francesa Vichyssoise, agora ela mostrou que é bem dinâmica na cozinha com um ceviche de salmão.

Jordana é uma participante da versão 2020 do Masterchef, famoso reality show de culinária transmitido pela Band.

Apesar de parecer um prato asiático, já que é feito com pescados crus, o ceviche tem origem peruana, com os pescados sendo marinados, ou seja, servidos com molhos e/ou condimentos. Mas o ceviche de Jordana foi um pouco além, já que em vez de tilápia, geralmente usado nesse caso, ela utilizou salmão.

Quer tentar? assista ao vídeo de preparo:

 

Qual o momento certo para o Desfralde? Entenda técnicas que podem ajudar os pais nesse período

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A fase do desfralde é uma época que preocupa muitas famílias, é nessa primeira fase da infância que as crianças começam a descobrir que tem a capacidade de controlar o próprio corpo e aí surgem novos desafios.

 

“Muitos pais, mas principalmente as mães ficam bastante ansiosas por esse momento. Cada criança tem seu momento em função da maturidade emocional, comportamental e principalmente físico. Em geral as crianças começam a dar pequenos sinais que estão prontos a iniciar o treinamento do desfralde. Segundo a OMS a partir de 2 anos e meio pode –se iniciar o desfralda, mas não há regras rígidas. Essa idade pode se esticar e ir até 4 anos de idade, depende de cada criança. O importante que seja um processo natural, sem pressão e obrigatoriedade, e principalmente sem sofrimento. Existem estudos que crianças que foram forçadas a desfraldar antes do tempo ou quando ainda não estavam maduras pra isso sofrem de constipação”, explica a psicóloga especializada em família e infanto-juvenil Grace Falcão. 

 

Após ouvir muitos pais e mães, a Under UP criou o “Desfralde Unissex” para auxiliar e facilitar o avanço e o sucesso do processo. A linha conta com mais 10 opções de cores que atendem da numeração de 2 ao 12.

 

O “Desfralde Unissex Under UP” auxilia as crianças no processo, evita os constrangimentos dos escapes, ajudando a minimizar o retrocesso. A peça é produzida com algodão penteado, reutilizável e lavável.

 

A peça-desfralde ajuda que a criança lembre que não está de fralda, porém não deixa que ela passe por constrangimento caso aconteça algum escape.

 

Conheça a linha: www.underup.com.br/desfralde

 

“Os pais precisam se sentir tranquilos para esse momento, e não fazer cobranças ou demonstrar ansiedade. Lembre-se que a criança sempre quer agradar e pode e sentir pressionada a fazer algo que ainda não está preparada, e nada de fazer comparações com outras crianças. Cada um tem um tempo de maturidade, as vezes uma criança desfralda mais cedo e a outra fala mais cedo, crianças não se compara e no final das contas tudo dará certo e o desfralde acontecerá, cedo ou tarde. É importante que os pais levem as crianças ao banheiro e ensiná-la que é o local para se fazer a higiene, mas sem nenhuma intenção que ela use o vaso, apenas para ela visualizar o local. O momento é exatamente no período em que a criança começa a despertar para o desfralde”, complementa Dra. Grace Falcão

 

Esse momento de ser cercado de muita conversa, dedicação e paciência. Inúmeras famílias estão aproveitando essa opção da Under UP e desfraldando seus filhos agora na quarentena.

 

Confira algumas dicas da Dra. Grace Falcão para auxiliar no período de desfralde: 

– Comece a preparação do desfralde num momento em que os pais tenham disponibilidade para se dedicar ao desfralde. Inicie no final de semana, e se a criança estiver frequentando a escola, ou ainda esteja na casa de outra pessoa, todos devem dar continuidade nesse processo.

– Sugiro oferecer primeiro o vaso e colocar um redutor de assento, assim como um banquinho para que a criança fique com os pés apoiados, isso dará mais segurança a ela.

– Os pais também podem verbalizar que vão ao banheiro para fazer xixi e coco e começar a dizer que daqui a pouco é a criança que irá. Ou seja, começa o preparo comportamental da criança, a criação de um novo hábito.

– Os escapes são naturais e acontecem pois o processo ainda não se consolidou. Os pais precisam ter paciência e treinar seu filho no dia a dia até que a criança internalize o novo comportamento. O mais importante é não brigar, nem fazer cara feia e dizer que da próxima vez ela conseguirá. A maturidade da criança está em desenvolvimento.

 

Sobre Under UP : A Under UP chegou ao mercado há pouco mais de um ano com um conceito que alia tecnologia de ponta, conforto e estampas descoladas dentro das principais tendências mundiais do underwear.

 

Site oficial: www.underup.com.br
Instagram: instagram.com/oficialunderup

 

Sobre Grace Falcão: Com mais de 30 anos de experiência em psicologia, Grace Falcão atua como terapeuta de família (pais, filhos e cônjuges) e educadora parental. Fundadora do projeto Família Consciente – movimento que promove workshops e cursos sobre educação emocional familiar – Grace Falcão palestra sobre o assunto para pais, avós e educadores. A carioca é especializada psicopedagogia, neuropsicologia, e psicologia positiva ciência do bem-estar e autorrealização.

 

Site oficial: https://gracefalcao.com/
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Instagram: instagram.com/gracefalcao

 

Quem você ‘repescaria’ no MasterChef 2020?

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A sétima temporada de MasterChef Brasil 2020 não está sendo poupada das críticas do público cativo que gosta de ver competição, provas, desafios, brigas, reconciliações, puxões de orelhas bem dados, premiações, eliminações, e, sobretudo, coerência. 

Os participantes desta 7º temporada não estabelecem vínculo com o público, pois não dá tempo de o público desenvolver empatia, ou qualquer sentimento de afeição ou rejeição que seja, nem sequer desperta curiosidade para continuar assistindo os demais episódios da temporada. 

Não há coerência das novas regras, tanto faz ganhar ou perder, e são participantes amadores, não são profissionais, o que gera grande descontentamento do público com os “puxões de orelha” dados pelos chefs e jurados Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça.

Normalmente, em outras temporadas, os chefs sairiam amados pelas bem intencionadas broncas que davam nos aspirantes ao grande prêmio MasterChef, mas agora, dado o injusto novo formato, são alvos de críticas vorazes dos internautas que encaram como grosserias gratuitas em meros amadores sonhadores e injustiçados num geral. 

Foi puxado a quantidade de menções dos internautas a respeito dos participantes e percebeu-se que o público gostaria de ver de volta alguns participantes através da saudosa repescagem, notou-se também que os participantes mais comentados são os dos primeiros episódios, provavelmente porque o público foi desistindo de acompanhar a 7ª temporada já que não tem o que acompanhar e só se indignar. Veja quem caiu no agrado do público:

Fernanda Lee

Fernanda participou do 2º episódio, estava nitidamente emocionada e disse em entrevista para o portal da Band que “é realização de um sonho”. 
Fernanda é uma moça de 22 anos que tem a típica graciosidade da juventude, com sonhos, aspirações, fala com aquela empolgação de que a vida é uma grande, romântica e envolvente aventura que ela quer se jogar de cabeça. Seu jeitinho meigo e terno cativou.  

 

 

Jordana Busse

Jordana é a mineirinha que não come quieto e soltou a frase “o trem é foda” que cativou os jurados e o público pela sua natural simpatia e espontaneidade. Sua participação foi no 2º episódio e seu hambúrguer foi elogiado pelo sabor, mesmo que com críticas dos chefs. 

A mineirinha Jordana deixou um ar de quem sabia bem mais do que apresentou no programa, e, somado ao seu jeito cativante, caiu no agrado do público que gostaria que ela fosse repescada. 

 

Ali Philipe

Ali, participante do 1º episódio, conferiu uma sensação que foi absurdamente injustiçado pois se deparou com um complexo e impopular caruru realizado a base de quiabos (quem costuma comer quiabos?!) contra simples pratos como a galinhada, feijoada e strogonoff. 

O jovem também se mostrou simpático e bem humilde, não fez rodeio para dizer que desconhecia tal prato por completo e foi sincero em admitir que estava tentando executar a receita do seu colega, o que tirou risos amistosos da chef Paola Carosella. O público não curtiu nem um pouco a grosseria de Fogaça com a pergunta: “Você veio de Toronto pra isso?” Não Fogaça, ele não veio, e o público que segue o instagram dele, já viu que ele é mais que um caruru, prato aliás que executou em uma live ao vivo, o jovem mostra em seu instagram que sem surpresas ele sabe cozinhar e muito. 

 

Saulo Sampaio

Saulo foi o jovem que tentou ajudar Ali como podia, participou do 1º episódio também. Este cativou o público porque não negou explicação sobre o fatídico caruru porque não queria se nivelar por baixo, mas sim por deixar a competição justa. E vamos combinar que o ‘simples’ caruru já deixou a competição injusta para ambos em especial. 

Seja como for, Saulo deixou um gostinho de quero mais para o público, até mesmo porque o jeitinho dele contido mas simpático ao mesmo tempo, com um jeito de autodidata, conciliador e responsável, resgatou o saudosismo pelo Major, o Thiago Gatto, participante da 5ª temporada, pessoas que parecem saber e desenvolver bem mais do que se mostram ali no programa. 

Renato Bueno

O jornalista mostrou no 4º episódio que é cativante não só porque é apresentador do telejornal do telejornal expresso Minuto Barueri, mas sua simplicidade em usar o pilão porque não conseguiu usar a peça profissional e sua reação de ver sangue no salmão criaram empatia com as pessoas que se imaginavam ali naquela situação. As suas frases “cara, não é possível que esse negócio é aqui” e “aí que burro” marcaram o público. Renato vai além e diz que entre os participantes diz que é dele mesmo que tem mais medo pois se atrapalha sozinho. O público curtiu.

 

 

 

 

 

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participantes do Masterchef Brasil 2020

Uma publicação compartilhada por Jô Busse / Masterchef 2020 (@jordanabussechef) em

Dra. Michelle Crizologo é uma mulher com visão de negócios

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Um exemplo de inspiração de mulher empreendedora é a Dra. Michelle Crizologo, diretora da Pharma Acácia, farmácia de manipulação situada no bairro do Tatuapé, na capital paulista, que trabalha com manipulação em geral, utilizando matérias-primas nacionais e importadas dos melhores laboratórios com procedência garantida e eficácia comprovada.

Química e farmaceutica, a doutora Michelle é considerada uma mulher com visão inovadora de negócios. Com uma grande experiência em indústrias químicas, a diretora da Pharma Acácia trabalha na linha de frente da empresa, sempre visando a melhor qualidade dos produtos e o mais perfeito atendimento para os clientes, sempre trazendo algo diferente para eles.

Pensou em qualidade e resultado, a Pharma Acácia trás isso e é considerada uma das melhores farmácia de manipulação do Brasil. Michelle sempre visa trazer o diferente para os funcionários, qualidade para os clientes e promover os parceiros.

Uma mulher de visão como Michelle Crizologo leva uma frase como inspiração para seu trabalho. ” Faça com amor e você conseguirá os resultados desejados”.

Para entrar em contato com a Pharma Acácia, acesse os contatos abaixo.

Localização: Rua Itapura, 722 – Tatuapé – São Paulo
Whats-app: https://api.whatsapp.com/send?phone=5511986266633
Instagram: @pharma.acacia
Site: https://pharmaacacia.com.br/

Masterchef: Dois anos de preparação de Jordana Busse prejudicados por modificações no programa

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Jordana, a bailarina mineirinha de Divinópolis que pendurou as sapatilhas devido a problemas de saúde e então se dedicou a gastronomia, não passou despercebida no 2º episódio da 7ª temporada do Masterchef 2020. Sua simpatia cativou a todos, consolidada pela naturalidade que demonstrou quando soltou a frase “o trem é foda“. A espontaneidade de Jordana arrancou risos dos três “duros” jurados: Henrique Fogaça, Érick Jacquin e, pasmem, até mesmo de Paola Carosella, que ficou evidenciado em outras temporadas detestar demonstrações espontâneas.

 

O termo ‘trem’ é muito utilizado por mineiros para dizer “alguma coisa”, “coisa”, “lugar”. O que a Jordana quis dizer é que a competição toda em si é muito difícil, tensa e exigente.
 
Jordana, assim como outros seis participantes daquele episódio, não levaram o prêmio e estamos vendo sair um vencedor “masterchef” a cada episódio, formato completamente injusto para os que ganham, como para os que perdem. 

Nesta edição, quem sai vitorioso se expõe a nível nacional na televisão, mas sem nenhum brilhantismo que as outras temporadas iria lhes conferir, simplesmente somem. Já é duro chegar lá e, após vários episódios, o simples fato de ser reconhecido pelo público já trazia algum retorno. Mesmo quem perdia passava a sensação que estava no mesmo nível ou até melhor que o ganhador.

Nesse formato pavoroso atual, o perdedor sai sem nada, nem mesmo esperança de dar uma reviravolta na competição (ou ser agraciado pela repescagem) e sem prêmios intermediários, ou seja, praticamente nada.

Em ambos os casos, ganhador ou perdedor, deixam a competição com um exposição que pode até causar prejuízos em suas vidas pessoais, sem ter tido o tempo de criar empatia, afeto ou carinho no público e saem alvos de haters nas redes sociais. Só a emissora parece lucrar com a enxurrada de anúncios no Youtube e na TV aberta. Até onde se sabe, nem ajuda de custo é dada aos participantes para serem praticamente humilhados nacionalmente e ficarem marcados pelo resto de suas vidas. Mas a Band, tudo!

 

Quem simpatizou com Jordana e queria ver a participação dela, de repente, crescer, não pôde. A dificuldade de conseguir participar de um programa de uma grande emissora é enorme, sabe-se lá agora se Jordana, ou os outros em igual situação, terão essa chance novamente. Não conhecemos casos de um ganhador ser premiado duas vezes na loteria acumulada.

Vergonha alheia da Band! Queremos a Jordana de volta! Queremos o MasterChef como era antes!

Masterchef: Quem não se sensibilizou com Ali e seu Caruru?

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Ali Philipe participou do 1º episódio da 7ª temporada de MasterChef 2020 que foi ao ar na terça do dia 14 de julho na Band. Nascido no Pará, ele pretendia mostrar sua cozinha criativa, mas foi surpreendido pelo caruru a pedido de Ivete Sangalo.

Como se não bastasse ainda houveram mudanças no programa que tornaram a eliminatória um tanto quanto injusta e, de forma mais despropositada, com escolha de apenas um vencedor entre oito participantes amadores a cada episódio. Se fosse uma temporada voltada aos profissionais, como em outras edições, seria aceitável sair um vencedor a cada episódio do programa, mas a 7ª temporada de MasterChef foi dedicada a amadores que acabaram surpreendidos pelo novo formato sem aviso prévio da produção. 

Nesse contexto, o jovem Ali, empresário de 26 anos que veio do Canadá exclusivamente para o programa, se deparou com o caruru, perdeu dinheiro com passagem, foi alvo de haters no twitter e nem sequer pode ter esperança de uma repescagem. O que se dá a entender é que este novo formato proposto pelo Masterchef foi em solução a condição de pandemia. 

A experiente chefe de cozinha Paola Carosella disse nunca ter preparado um caruru e, pelo silêncio, nem mesmo Henrique Fogaça e Erick Jacquin parecem já ter executado o preparo de tal prato, pois apenas a apresentadora Ana Paula Padrão se pronunciou a respeito e disse ter feito “alguma vez na vida”. 

Caruru trata-se de um cozido de quiabos e, ao contrário do que foi dito no programa em tom de jocosidade, é um prato de origem africana servido no nordeste do Brasil, usualmente com camarões secos, peixe, pedaços de carne bovina ou, sim, também de frango – a aposta de Ali acabou sendo uma versão baseada na receita de seu colega de competição Saulo, 27 anos, analista de marketing. 

Todos sabem que lidar com quiabo não é para amadores, e como se não bastasse o caruru a base de quiabos concorreu com galinhada, feijoada e strogonoff, que são pratos populares no Brasil e quase todos sabem fazer, ou pelo menos arriscar a fazer. 

Agora Ali terá que arcar a viagem com o próprio bolso e o corte bruto no seu sonho. Sabe-se lá se consegue voltar ao Canadá neste cenário onde o mundo está fechando fronteiras para os brasileiros. Seria de bom tom se a produção do programa Masterchef tivesse avisado o novo molde aos participantes, que em boa parte, como ele, não residem em São Paulo onde a Band faz as gravações do Masterchef Brasil. 

Impossível não se sensibilizar com Ali e chocar com a pergunta rude de Fogaça: “você veio de Toronto pra isso?”. Mesmo o rapaz sendo humilde ao dizer que desconhecia tal prato e que se virou ali como podia.

Em outros tempos podíamos torcer por uma repescagem, agora só nos resta torcer para a Band mostrar um pouco de empatia com os concorrentes.

Em live, Masterchef Jordana Busse encontra semelhanças com colega de programa, Renato Bueno

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Ontem, quarta (29), Jordana Busse promeveu uma live com o Jornalista Renato Bueno, onde contaram um pouco dos bastidores do programa Masterchef, o reality show de culinária exibido às terças-feiras na Band, e também um pouco sobre suas vidas e o que os levaram à se inscrever no programa.

Com um formato diferente das edições anteriores, essa nova temporada de Masterchef leva oito participantes para apenas um epsódio, o que o torna ainda mais difícil, pois não basta apenas não ser o menos bem avaliado, o que garantiria a continuação no programa seguinte.

Renato, quando questionado, disse que tem intesse especial pela culinária espanhola e judaica, enquanto Jordana disse ter um gosto especial pela culinária caipira, mineira. 

Ser caipira na cozinha e na forma de falar teria “rendido” à ela no twitter, tanto em críticas quanto em elogios, talvez por ter surpreendido os fãs do programa pelo seu jeito, ainda mais quando soltou um “o trem é foda”, no sentido de “ser difícil” e “trem” a forma figurativa na cultura mineira de se referir à diversas coisas. 

Mas de críticas Jordana já está blindada, pois foi o que recebeu muito quando deixou o ballet clássico, depois de 25 anos, para se dedicar à culinária. 

 

Cozinhar é uma profissão fundamental, quando você está num restaurante, ou mesmo em um bar, que você gosta, é o cozinheiro que está fazendo seu melhor para te servir uma boa refeição“, explica ela.

Coincidências

Conforme a conversa avançou, contando com a participação especial da filha, Maria Cecília, e de outros participantes do Masterchef através de comentários, muitas coincidências entre os dois começaram aparecer.

Jordana por anos se dedicou ao Ballet, enquanto Renato, que é jornalista, à área de comunicação e produção de vídeos. Contudo, em dado momento na vida de cada um problemas de saúde os colocaram na cozinha.

Ela teve um deslocamento ovular e por não poder fazer exercícios físicos foi incentivada pelo marido à estudar culinária pelos próximos dois anos de tratamento para então se inscrever no programa.

Ele, diagnosticado com câncer, começou a se dedicar mais às panelas, não só por gostar mas para também adequar a alimentação às recomendações médicas.

Outras semelhanças entre eles é quase serem vizinhos, em Barueri – SP, e terem uma religiosidade forte, o que eles demonstram sempre ao falar de quando passaram pelas fases de doenças como para agradecer, à Deus, por terem podido participar do Masterchef. Agradecimento que extenderam à produção do programa e a própria Band.

Jordana promete continuar divulgando sua nova fase profissional através de seu instragem @jordanabussechef e seu canal no Youtube Jordana Busse – Gastronomia e raízes, ideal compartilhado por Renato Bueno.

Acostumados com câmeras, fotografias e muito público, a repercussão ainda assim os deixou um pouco assustados, já sendo considerados celebridades, mas muito felizes pelos carinhos que as pessoas estão demonstrando mesmo não podendo dizer diretamente à todos que enviam mensagens através das redes sociais.

Imigrantes brasileiros representam um quarto dos estrangeiros que obtiveram título de residência para viver em Portugal

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São quase 151 mil brasileiros vivendo em Portugal – 150.864 -, segundo dados divulgados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). De 2018 para 2019 o número de brasileiros com autorização de residência cresceu 43%, quase 151 mil brasileiros em terras lusas, o maior número já registrado de imigração brasileira para o país europeu. 

Os números acompanham a alta registrada de imigração para Portugal. Em 2019, pela primeira vez, Portugal atingiu a marca de meio milhão de imigrantes com autorização de residência. Já são 580 mil ao todo. Destes, um quarto são brasileiros, seguidos por cabo-verdianos, britânicos e outras nacionalidades. “Esses dados contabilizam apenas quem tem autorização de residência, não inclui quem possui dupla cidadania de Portugal ou de outro país da União Europeia, ou, ainda, os imigrantes de situação irregular”, completou a Dra. Adriana Chiaradia, advogada responsável pela assessoria jurídica “Cidadania de Portugal”. 

Grande parte dos brasileiros que não possuem visto, entram como turistas em Portugal e permanecem no país, arrumam um emprego e apelam depois a um processo de regularização, que inclui o pagamento de uma multa pela permanência no território de forma irregular. Mas isso nunca é aconselhável, segundo a Dra. Adriana Chiaradia, “Isso é extremamente arriscado e pode trazer consequências para o imigrante. A começar pelo fato das oportunidades oferecidas a pessoas que estão ilegais no país, serem subempregos. Depois vem o fato de que se o imigrante for pego em situação ilegal, poderá ser deportado e até ser proibido de voltar a Portugal um dia”, disse.

E para evitar situações como essas, muitos brasileiros procuram já se mudar para Portugal com visto – que deve ser solicitado ainda no país de origem – ou, com cidadania portuguesa, que dá ao imigrante, a oportunidade de morar em Portugal ou em qualquer país que faça parte da União Europeia. “Não é raro termos algum descendente português na família e, dependendo do grau de parentesco, você pode ter direito a cidadania portuguesa e isso te abre algumas portas. Por isso, e, por tantos outros motivos, como, a facilidade na língua, por ser um país seguro etc., tem muitos brasileiros resgatando suas raízes e solicitando a dupla cidadania”, disse Chiaradia. 

O perfil do público que decide se mudar para Portugal vem mudando. Antes, sobretudo na década de 1980, os imigrantes brasileiros tinham como foco o trabalho e perspectivas de regressar ao Brasil um dia. Esse público nunca deixou de existir, mas, surgiram outros perfis, como os que buscam qualidade de vida. “Um dos principais motivos para a escolha de se viver em Portugal, é sem dúvida a segurança. O país alcançou o 3º lugar na lista de países mais pacíficos do mundo, segundo o Índice Global da Paz, em 2020”, ressaltou a advogada. 

A entrada de novos imigrantes tem ajudado a desacelerar a diminuição da população portuguesa. Em 2018, houve 25.980 mortes a mais do que nascimentos, e atualmente os habitantes com mais de 65 anos de idade representam 21,8% do total da população.

Para manter a população ativa atual, Portugal precisa de 75 mil novos imigrantes adultos por ano, segundo estudo da lusa Fundação Francisco Manuel dos Santos. Para isso, a esfera pública vem criando estratégias para incentivar a entrada de estrangeiros no país – especialmente os qualificados.

 

Dra. Adriana Chiaradia 

Formada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pelo Centro Universitário Tereza D’Ávila (2008); Em Direito, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2017) e Mestre em Educação, Arte e História da Cultura, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2019). É advogada responsável pela assessoria jurídica “Cidadania de Portugal”, com sede em São Paulo, Capital. 

 

Contato para mais informações:

 

Site: www.cidadaniadeportugal.com.br 

E-mail: [email protected]com.br

Skype: drichiaradia 

Instagram: @cidadaniadeportugal

 

Créditos das fotos: Foto de divulgação – acervo “Cidadania de Portugal”

Três grandes estudos diminuem as esperanças de que a hidroxicloroquina possa tratar ou prevenir o COVID-19

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Através da névoa de suposta má conduta, esperança, hype e política que envolve a hidroxicloroquina, o medicamento contra a malária apresentado como tratamento para a COVID-19, um quadro científico está finalmente emergindo. 

Vista por presidentes como uma possível cura milagrosa e por outros como uma distração que pode causar a morte, a hidroxicloroquina foi poupada do que aparenta ser um golpe mortal na semana passada. No dia 04 de junho, após críticos contestarem os dados, a revista científica The Lanced retirou um artigo que sugeria que a droga aumentava a taxa de mortalidade nos pacientes de COVID-19, uma descoberta que interrompeu diversos ensaios clínicos. Mas três estudos, dois em pessoas expostas ao vírus e com risco de infecção e uma em pacientes muito doentes, não mostram benefícios com o medicamento. Se sobressaindo em relação a outros ensaios menores, que tiveram descobertas decepcionantes, os novos resultados significam que é hora de seguir em frente, segundo alguns cientistas, e encerrar a maioria dos ensaios ainda em andamento.

Parece que estamos ignorando sinal após sinal,” diz Eric Topol, diretor do Instituto de Ciência Translacional Scripps. A propaganda do medicamento feita pelo presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, teve como consequência uma “obsessão” científica pela hidroxicloroquina, mesmo com a pouca informação sobre sua eficiência, ele diz.  “Estaríamos melhor se mudássemos nossa atenção para medicamentos que podem realmente funcionar.” Peter Kremsner da Universidade de Tübingen concorda eu a hidroxicloroquina “certamente não é uma droga milagrosa.” Os novos resultados o deixaram “lutando” com a questão de deve prosseguir com dois ensaios sobre hidroxicloroquina, um em hospitais e o outro em pacientes com doenças mais leves em casa. 

As drogas irmãs Hidroxicloroquina e cloroquina são usadas contra a malária e outras doenças há décadas. A primeira evidência de que essas drogas poderiam funcionar contra o SARS-CoV-2 veio de dados de tubo de ensaio. A partir de então, centenas de testes foram iniciados por todo o mundo. Cientistas estão testando as drogas em pequenas e altas doses; por conta própria ou combinadas com antibiótico azitromicina, o composto antiviral favipiravir ou outros medicamentos; e em pacientes com doença leve ou grave, profissionais de saúde, mulheres grávidas e pessoas vivendo com HIV.

No dia 05 de Junho, pesquisadores do Reino Unido anunciaram os resultados do maior teste até então, o Recovery, em um comunicado à imprensa. Em um grupo de 1542 pacientes hospitalizados tratados com hidroxicloroquina, 25,7% morreram após 28 dias, comparados com 23,5% em um grupo de 3132 pacientes que receberam apenas o tratamento comum. “Esses dados descartam de forma convincente qualquer benefício significativo na mortalidade”, escreveram os investigadores, que encerraram o estudo mais cedo e prometeram publicar os resultados completos o mais rápido possível.

Os resultados estão convencendo alguns médicos a parar de usar o medicamento para o COVID-19. “O julgamento do Recovery, além dos sinais de outros estudos que recebemos até agora, são suficiente para me convencer a não oferecer hidroxicloroquina a pacientes hospitalizados“, escreveu Nahid Bhadelia, médica do Boston Medical Center, em um email. Martin Landray, da Universidade de Oxford, um dos principais pesquisadores da Recovery, concorda: “Se você, sua esposa, sua mãe são internados no hospital e lhes oferecem hidroxicloroquina, não aceite“, diz ele.

Apesar disso, alguns cientistas afirmam querer ver dados completos antes de se decidirem. Cerca de um em cada quatro pacientes morreu nos dois braços do estudo, observa Kremsner – uma taxa muito alta, sugerindo que estavam gravemente doentes quando o tratamento começou. Nicholas White, da Universidade Mahidol, em Bangkok, que também estuda hidroxicloroquina, concorda que todos os dados precisam ser avaliados. “Mas, no geral, é muito improvável, na minha opinião aqui neste momento, que algo mude“, diz ele.

Outra esperança da hidroxicloroquina, de impedir que as pessoas expostas ao vírus fiquem doentes, também desapareceu na semana passada, quando David Boulware, da Universidade de Minnesota, Twin Cities, e seus colegas publicaram os resultados do maior estudo até o momento desta estratégia, chamado Profilaxia Pós-Exposição (PPE). Os pesquisadores enviaram hidroxicloroquina ou um placebo por correio para 821 pessoas que estavam em contato próximo com um paciente COVID-19 por mais de 10 minutos, sem proteção adequada. Eles relataram no The New England Journal of Medicine que 12% das pessoas que tomaram o medicamento desenvolveram sintomas de COVID-19, contra 14% em um grupo placebo, uma diferença que não foi estatisticamente significativa.

Um segundo estudo grande sobre PPE também foi vazio, disse seu líder à Science. Realizado em Barcelona, na Espanha, esse estudo randomizou mais de 2300 pessoas expostas ao vírus à hidroxicloroquina ou aos cuidados usuais. Não houve diferença significativa entre o número de pessoas em cada grupo que desenvolveu o COVID-19, diz Oriol Mitjà, do Hospital Universitário Alemão Trias i Pujol. Mitjà diz que enviou os resultados para publicação.

Os dados são importantes pois são resultados de grandes estudos randomizados. Até o momento, a maioria dos dados veio de pequenos ensaios ou séries de casos. Uma metanálise de 24 desses estudos publicados nos Annals of Internal Medicine concluiu que “as evidências que existem sobre os benefícios e malefícios do uso da hidroxicloroquina ou cloroquina no tratamento do COVID-19 são insuficientes e muitas vezes conflitantes”.

As novas descobertas geram dúvidas sobre a interrupção de outros ensaios. A maioria é muito menor que a Recovery e, portanto, menos poderosa; é improvável que seus resultados mudem muitas mentes. A continuação dos testes pode impedir pesquisadores de testarem medicamentos com maior chance de trabalhar, além de roubar dos pacientes a chance de experimentá-los. Landray diz que a Organização Mundial da Saúde (OMS) agora deve retirar a hidroxicloroquina do seu grande estudo de tratamento com COVID-19, chamado Solidarity. “Acho que a decisão é bastante óbvia”, diz ele. A OMS diz que está considerando o assunto.

Há, porém, uma exceção. Muitos pesquisadores concordam que um bom argumento pode ser feito para continuar testando se a hidroxicloroquina pode prevenir a infecção se administrada a pessoas apenas no caso de serem expostas ao vírus, por exemplo, no trabalho em um hospital — uma estratégia chamada Profilaxia Pré-Exposição (PPrE). “Você tem uma chance muito mais alta de prevenir algo com uma droga fraca do que de curar uma infecção totalmente estabelecida”, diz White, que executa um dos maiores testes de PPrE. Ele observa que a doxiciclina, um antibiótico, é utilizada ha muito tempo na profilaxia da malária. “Nunca trataríamos ninguém com isso, é muito fraco. Mas é uma profilática muito boa.”

Landray, no entanto, está incerto sobre a continuação dos testes de profilaxia: “Suspeito que seja uma dessas decisões em que não há certo ou errado“. É uma dúvida importante, diz Bhadelia, porque um medicamento eficaz para a PPrE pode ter um grande impacto na pandemia. A hidroxicloroquina, um medicamento barato e amplamente disponível, é um dos poucos compostos que poderiam atender à demanda.

Mas o jornal Lancet, apesar de sua retração, tornará mais difícil continuar os testes atuais, lamenta White. Publicado em 22 de maio, o estudo alegou, supostamente com base em dados de 96.000 pacientes em todo o mundo, que a hidroxicloroquina e a cloroquina, independente de estarem administradas isoladamente ou em combinação com outro medicamento, causaram um aumento acentuado nas mortes. Isso levou muitas agências reguladoras a pedir aos cientistas que interrompessem seus testes e se assegurassem de que não estavam prejudicando seus pacientes. Recovery e Solidarity foram temporariamente interrompidas, mas foram retomadas depois que um comitê de segurança analisou os dados.

Muitos outros testes ainda estão em pausa. Os reguladores do Reino Unido, por exemplo, pediram uma série de salvaguardas adicionais, diz Joseph Cheriyan, farmacologista clínico do Hospital Universitário de Cambridge e principal investigador de um estudo de PPrE em profissionais de saúde. Esse estudo já excluiu pacientes que tomam qualquer uma das várias dúzias de medicamentos, mas Cheriyan diz que os órgãos reguladores pediram mais mudanças, o que atrasará o estudo em algumas semanas. E, apesar da retração do Lancet, as manchetes alarmantes sobre os riscos da droga tornaram muito mais difícil convencer as pessoas a participar de um julgamento, diz White. “Eu acho que esses testes foram muito danificados e alguns deles podem nunca ser reiniciados.”

O problema para os cientistas é que existe muita pressa em encontrar tratamentos para o vírus que se espalha rapidamente, Mitjà diz: “A pressão é imensa”. No entanto, isso não deve impedir os pesquisadores de analisarem corretamente os dados e tomarem decisões pensadas com cuidado, diz White. “Nem sempre temos que agir hoje“, diz ele. “Não entrem em pânico.”

Apesar de ter sido anunciada como uma droga muito potente in vitro no tratamento do novo coronavírus, infelizmente, os estudos clínicos não conseguiram identificar benefícios no desfecho dos casos, nem graves, nem moderados, nem leves, nem mesmo em prevenção após exposição, em relação ao tratamento sem a droga. Resta a dúvida para uso profilático para equipes de saúde, onde poderia haver algum benefício, ainda não comprovado. Essa é a verdade científica do momento.” resume o Dr. Gustavo Peixoto, médico capixaba e professor universitário.

ABPA espera bater 600 mil toneladas de carne de frango e 1 mi de toneladas de suínos em exportações para a Ásia em 2020.

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Em webinar realizado na manhã da última sexta-feira (15) sobre as tendências de mercado para proteína animal brasileira na Ásia, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) adotou um tom otimista, apostando na demanda firma da China, mas também na abertura e ampliação da demanda em outros países do continente.

De acordo com o diretor-executivo da ABPA, Ricardo Santin, a expectativa é de que ainda este ano as exportações brasileiras para a Ásia cheguem à casa das 600 mil toneladas de carne de frango e 1 milhão de toneladas de carne suína. As quantias representam, respectivamente, aumento de 7% em relação a 2019, já previsto pela instituição, e 33% de aumento, superando as expectativas.

Ele ressaltou que a Peste Suína Africana (PSA), que atingiu a China em cheio desde o final de 2018 e acabou se espalhando por outros países do continente, dizimando planteis suínos, continuará mostrando seus efeitos este ano.

“Sobre a PSA, o coronavírus acabou atenuando um pouco as importações pela Ásia, devido a questões logísticas e restrição de mobilidade da população. Mas ainda existe falta de milhões de toneladas de proteína animal em toda a Ásia”, disse.

Segundo Santin, foram abatidas matrizes suínas naquele continente em 2019, como consequência da PSA, animais que foram consumidos como carne, além de abates antecipados na China.

“Agora fica difícil a recomposição dos rebanhos, porque para ter produtividade, é preciso matrizes geneticamente boas. Essa falta de proteína animal na Ásia não será suprida apenas pela importação de carne suína”.

O gerente de mercado da ABPA, Luís Rua, ressalta que “só na China, hoje há um déficit de 20 milhões de toneladas de proteína animal”. Ele exemplifica que, mesmo se somados todo o volume exportado de carne suína por outros países, a quantidade seria de 9 milhões de toneladas, ou seja, menos da metade do que a China necessita.

Isso abre uma lacuna, inclusive, para exportações de carne de frango para o país e demais integrantes do continente, incluindo cortes que não eram comunmente consumidos.

“A respeito do acordo comercial entre a China e os Estados Unidos, Rua afirma que existe espaço para o país americano e para o Brasil também, “e isso deve perdurar por mais alguns anos”.

Santin complementa que o Brasil já abriu muitos mercados no continente asiático, inclusive com plantas sendo habilitadas ainda este ano para exportações pata Coreia do Sul e Vietnam, por exemplo.

“Sobre acordo entre Estados Unidos e China, quanto mais ele (EUA) entrar na Chinaa, mais ele vai nos abrir mercado para Taiwan, Cingapura, por exemplo, que importam produtos nossos e reexportam para outros países com valor agregado. Talvez isso seja uma oportunidade para o Brasil”.