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Mato Grosso do Sul repassou R$ 1,8 milhão em recursos para pesquisa e tecnologia.

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Em média, 1,5 mil agricultores de Mato Grosso do Sul utilizam por ano, os resultados de pesquisa da Fundação MS para tomar decisões sobre as safras de milho e soja, aumentar produtividade e diminuis os custos de produção. Os dados coletados por pesquisadores são apresentados gratuitamente em dias de campo promovidos nos 15 municípios onde há unidades de pesquisa no Estado. As informações são da SEMAGRO.

Mato Grosso do Sul incentiva a pesquisa e desenvolvimento tecnológico na área para a agricultura e em 2019, repassou R$ 1,8 milhão em recursos para a Fundação MS, via Fundems (Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul), administrado pela Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

O produtor rural de São Gabriel do Oeste, Rafael Grimm cultiva soja e milho e participa das apresentações da Fundação MS no município para colher informações sobre as novidades tecnológicas e aplicar em sua propriedade.

“Acompanho bastante as informações que são geradas dentro da área de pesquisa da Fundação MS e isso tem agregado bastante em produtividade para nós, em melhoria do sistema produtivo e ajudando também na tomada de decisão. Na última safra usamos bastante informação sobre cobertura de solo, que promovem a melhoria do perfil do solo e tivemos bons resultados na safra de soja 2018/19”, explica o produtor.

Em Anaurilândia, Juliana Brescansin e o marido plantam milho e soja e trabalham diretamente com a Fundação MS, inclusive sedem área da propriedade para que sejam desenvolvidas pesquisas sobre variedades que melhor se adaptam ao clima, a defensivos agrícolas e a fertilidade de solo.

“A Fundação MS é essencial para nós, hoje conseguimos variedades de semente que se adaptam ao nosso clima, que inclui muito calor e seca na safra de soja e temos métodos de produção diferenciados, como o período de plantio, que faz toda a diferença na nossa rentabilidade”, explica Juliana.

Diretor executivo da Fundação MS, Alex Melotto explica que 1,5 mil é o número de pessoas que participa anualmente dos eventos promovidos pela instituição nas 15 unidades de pesquisa do Estado, mas que os resultados ficam disponíveis no site institucional www.fundacaoms.org.br para que quem tiver interesse possa acessar gratuitamente.

“Nós trabalhamos com demandas regionais e em cinco setores de pesquisa, que incluem posicionamento de variedades de soja e milho que influencia em 80% o resultado, fungicidas e herbicidas, fertilidade e manejo de solos que influencia custos de produção e ILP (integração lavoura-pecuária. O recurso do Governo do Estado é fundamental para a realização das nossas atividades”.

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